25 de fev. de 2011

História da aromaterapia


A terapia com aromas tem suas raízes nas mais antigas práticas curativas da humanidade. As árvores e as ervas das quais se extraem os óleos essenciais vêm sendo empregadas para balancear o organismo há milhares de anos. As plantas aromáticas formam um extenso universo: são mais de 30000. Dessas, o ser humano conhece 300 — nada mais do que 1 centésimo do total.

Dentre aquelas estudadas estão muitas que utilizamos todos os dias, com diferentes funções, como:• temperos (orégano, alho, cebola, gengibre);

• alimentos (laranja, tangerina);

• desinfetantes (pinho, eucalipto);

• perfumes (rosa, jasmim, patchuli);

• higiene pessoal (menta em pastas de dentes);

• medicina caseira (boldo e camomila, amplamente utilizadas na forma de chás para o alívio de cólicas estomacais e enjôos).

Muito provavelmente foi por acaso que o homem antigo descobriu o valor medicinal de certas plantas. Outras devem ter sido testadas por ele, depois de vê-las sendo ingeridas por animais doentes. O uso de fumos é uma das formas mais primitivas da medicina: magos e sacerdotes queimavam plantas para que sua fumaça e os aromas que expeliam servissem a um determinado propósito, como alegrar as pessoas, induzir a experiências místicas ou provocar sonolência em um enfermo, por exemplo.

Os Chineses

Segundo os registros históricos, os chineses provavelmente foram uma das primeiras culturas a usar as plantas aromáticas para o bem-estar. Suas práticas envolviam queima incenso para ajudar a criar harmonia e equilíbrio.

Os Egípcios

Pelos registros deixados, sabemos que o povo egípcio, cerca de 3000 anos a.C., já utilizava substâncias aromáticas para fins medicinais e cosméticos.

Eles inventaram uma máquina rudimentar de destilação que permitiu a extração de óleos essenciais brutos (não purificados).

Os egípcios usavam óleos essenciais, como cedro, cravo, canela, noz moscada e mirra para embalsamar os mortos. Em um túmulo aberto no início do século XX, os traços das ervas foram descobertos em partes intactas do corpo. O aroma, embora tênue, ainda era evidente.

Os egípcios também utilizaram infusões de óleos e preparações de ervas para fins espirituais, medicinais, aromáticos e uso cosmético. Acredita-se que os egípcios inventaram o termo perfume (do latim per fumum), que se traduz como “através da fumaça”. No antigo Egito, tanto homens quanto mulheres utilizavam fragrâncias no seu dia-a-dia. Entretanto, os homens utilizavam um método de aplicação de fragrâncias interessante e diferente: colocavam um cone sólido de perfume sobre a cabeça, que se derretia gradualmente, cobrindo-os com a fragrância.

Os Gregos

Os gregos aprenderam muito com os egípcios, mas a mitologia grega concede o dom e o conhecimento dos perfumes aos deuses. Os gregos também reconhecem os benefícios medicinais e aromáticos das plantas. Hipócrates, comumente chamado de "pai da medicina" praticava fumigações para conseguir benefícios aromáticos e medicinais. Comumente, os soldados gregos carregavam um ungüento à base de mirra (rica em componentes cicatrizantes anti-sépticos) para tratar ferimentos.

Um perfumista grego conhecido pelo nome de Megallus criou um perfume chamado megaleion, que se tornou o mais famoso perfume da Grécia antiga. O megaleion, composto de canela e mirra, servia para vários propósitos: (1) para aromatizar, (2) para aplicação na pele por suas propriedades antiinflamatórias e (3) para curar feridas. Era um poderoso agente cicatrizante.

Os Romanos

O Império Romano baseou muito dos seus estudos e descobertas a partir do conhecimento de egípcios e gregos. Discorides escreveu um livro chamado “De Materia Medica” que descreve as propriedades de aproximadamente 500 plantas. Também há relatos de que Discorides estudou e pesquisou assuntos relacionados à destilação. A destilação feita pelos romanos, no entanto, foi desenvolvida a partir de extrações de aromas florais aquosos e não óleos essenciais.

Século XI

Um acontecimento importante para a destilação de óleos essenciais veio com o aprimoramento do aparato dos destiladores, no século XI. O estudioso Avicenna, nascido na Pérsia, inventou um tubo de destilação em espiral, que aumentou a eficiência dos destiladores em relação aos antigos que usavam tubos retos, pois o resfriamento e condensação do vapor acontecem mais rapidamente. Assim, os óleos essenciais são separados da água de forma mais eficiente. A importante contribuição de Avicenna para o aumento da eficiência nos processos de destilação chamou a atenção para óleos essenciais e seus benefícios.

Século XII

Já no século XII, um alemão chamado Hildegard cultivou uma plantação de lavanda e destilou a planta para obter seu óleo essencial por causa das suas propriedades medicinais.

Século XIII

Durante o século XIII, teve origem a indústria farmacêutica. Este evento incentivou muito a destilação de óleos essenciais, pois os conhecimentos terapêuticos sobre estes óleos tornaram-se mais difundidos e despertaram o interesse da indústria farmacêutica em várias partes do mundo. Além disso, os equipamentos de destilação ficaram mais populares, e as técnicas tornaram-se mais conhecidas, incentivando ainda mais a extração e utilização de óleos essenciais.

Século XIV

Durante o século XIV, a Peste Negra matou milhões de pessoas. Preparações a partir de plantas foram usadas extensivamente para ajudar a combater esta terrível assassina. Acredita-se que pessoas que trabalhavam no preparo dos extratos de ervas podem ter evitado a contaminação pela peste por seu contato constante com os produtos naturais aromáticos.

Século XV

No século XV, várias plantas foram submetidas à destilação para identificar e criar óleos essenciais, incluindo zimbro, rosa e alecrim. Por este motivo, um aumento na quantidade de livros sobre plantas e suas propriedades ocorreu no final do século XV. Paracelcus, um alquimista, médico e pensador radical criou o termo “essência” e seus estudos mudaram radicalmente a natureza da alquimia, que passou a focar a utilização de plantas como medicamentos.

Século XVI e XVII

Um pouco mais tarde, já no século XVI, as pessoas começaram ter a possibilidade de adquirir óleos essenciais nas lojas de medicamentos, que eram as farmácias da época. A partir daí, muitos outros óleos essenciais foram introduzidos.

Entre os séculos XVI e XVII, os perfumes começaram a ser considerados como uma forma de arte, e se tornaram cada vez mais populares e as pessoas passaram a considerá-los indispensáveis, consolidando a indústria das essências.

Século XIX

Durante o século XIX, a perfumaria tornou-se uma indústria muito próspera. As mulheres mais ricas solicitavam ao seu joalheiro a criação de frascos especiais para guardar os seus perfumes. O século XIX também foi importante cientificamente pela purificação dos principais componentes dos óleos essenciais.

Século XX

Mais recentemente, no início do século XX, o conhecimento sobre a purificação e isolamento dos princípios ativos dos óleos essenciais foi usado para criar produtos químicos e drogas sintéticas. Acreditava-se que separando os principais constituintes e, em seguida, usando os componentes isoladamente ou em forma sintética seria benéfico terapeuticamente. Essas descobertas ajudaram a dar origem à "medicina moderna" e fragrâncias sintéticas. Este fato levou ao declínio da utilização de óleos essenciais para fins medicinais e aromáticos.

René-Maurice Gattefossé

Durante a primeira metade do século XX, um químico francês chamado René-Maurice Gattefossé interessou-se pela utilização de óleos essenciais para fins terapêuticos. Primeiramente, ele concentrava-se na utilização de óleos essenciais apenas para fins aromáticos e cosméticos, mas o seu interesse em utilizar óleos essenciais em medicamentos cresceu após um acidente curioso. Durante o trabalho em seu laboratório, ele queimou o próprio braço gravemente. Por reflexo, ele mergulhou seu braço queimado no líquido mais próximo, que era um grande recipiente de óleo essencial de lavanda. A queimadura curou rapidamente e não deixou nenhuma cicatriz. Por este motivo, ele passou a estudar os efeitos dos óleos essenciais e começou a utilizá-los terapeuticamente, dando início ao que hoje conhecemos por aromaterapia. René-Maurice Gattefossé foi o responsável pela retomada da popularização do emprego dos óleos essenciais como terapia medicinal no mundo inteiro.

Atualmente, dois dos mais antigos sistemas medicinais do mundo, a Ayurveda (medicina indiana) e a Medicina Tradicional Chinesa, ambos reconhecidos pela Organização Mundial da Saúde, baseiam-se na fitoterapia. Mesmo a nossa medicina ocidental moderna, chamada de alopatia, deve a maior parte de seus remédios aos princípios ativos extraídos das plantas.Três exemplos bem conhecidos: a aspirina (ácido acetilsalicílico, muito presente em óleos essenciais, como no óleo de cravo), a penicilina (descoberta por Alexander Fleming, em 1928, numa pesquisa sobre fungos, e que deu início à era dos antibióticos) e a morfina (substância extraída da papoula que atua no sistema nervoso, como um potente anestésico).



24 de fev. de 2011

O Poder das Pedras e Cristais



Pedras e rochas são partes desta terra antes de qualquer outra forma de vida.

Cada pedra tem o poder de receber e transmitir energia. Pode ser usada para curar, para proteção, para trasmutar vibrações, para meditação.

As pedras possuem um espírito, um talento, um poder específico. Amplificam pensamentos, expandem a consciência, auxiliam nos processos de cura, protege de energias negativas.

As pedras modificam o astral em sua magia, e geralmente as bruxas e bruxos utilizam em toda magia.

Ametista para meditação, tranqüilizar os pensamentos, acalmar e trazer a paz. Ensinar humildade abrindo a mente para vibrações superiores.

Âmbar : é uma resina fossilizada. Para depressão, dores corporais melhora o humor, protege crianças. Deve ser sempre limpado após uso.

Abalone : é uma concha. Utilizo-a na cerimônia de purificação e limpeza, representando o elemento água.

Água-Marinha: harmoniza ambientes, desbloqueia a comunicação, reduz o stress, estabelece ligação com a natureza, alegria nos relacionamentos.

Amazonita : reforça qualidades masculinas, acalma o sistema nervoso.

Cornalina : Conexão com a energia da Terra, traz segurança, abre caminho para o novo, aumenta a motivação, estimula pensamentos.

Crisocola : é a pedra dos terapeutas holísticos. Alivia os medos, para parturientes, atenua a tristezas e raivas, equilibra emoções.

Crisoprásio : introspecção. Abre para novas situações, problemas mentais, acalma, torna as pessoas menos egoístas.

Quartzo: reflete a pureza. É um coringa, usado para cura, para ampliação dos poderes xamânicos, é o mais utilizado nas suas diversas formas.

Quartzo Azul : aumenta o conhecimento sobre a espiritualidade.

Quartzo Rosa : é a pedra do amor incondicional. Acalma as mágoas, equilibra emoções, atrai o perdão, o amor próprio, auxilia nos traumas de infância.

Quartzo Fumê : Purifica chacra básico. Aumenta a esperança, trabalha a aceitação, o desapego.

Quartzo Verde: para a cura física (principalmente para o coração). Traz prosperidade. É conhecido também como aventurina.

Citrino (atenção com ametista queimada) Liga-se com o Sol.Criatividade, dissipa emoções negativas, clarifica pensamentos, estimula a consciência cósmica.

Esmeralda: Para equilíbrio físico, emocional e mental. Para sabedoria, aumenta a capacidade psíquica, reforça e imunidade, traz renascimento. Não se aconselha a usar com outras pedras.

Granada : Informações de vidas passadas, paciência, amor e compaixão, coragem. Limpa pensamentos impuros.

Lápis-Lázuli : Para clarividência, intuição. Relaciona-se com a mente, paz, espiritualidade, iluminação, amplia o poder pessoal.

Madeira Petrificada / fóssil : Para trabalhar regressão a vidas passadas, tem conexão com a terra e desperta a consciência ecológica.

Malaquita : A preferida dos xamãs da Africa. É a pedra de cura. Para proteção, para as crianças dormirem em paz, relaxamento.

Obsidiana : ajuda a esquecer amores antigos, aguça as visões, ajuda a liberar raiva, ensina o desapego. Deve-se conhecer bem a pedra antes de usá-la.

Pedra-da-Lua : desperta o lado feminino, sensibilidade, conecta-se com o subconsciente, acalma as emoções, traz paz de espírito.

Sodalita : Para mudança de atitudes, equilibra o metabolismo, compreensão intelectual, equilíbrio yin e yang, fortalece a comunicação, desperta a terceira visão.

Turmalina Negra : repele energias negativas.

23 de fev. de 2011

Banho do pescoço pra baixo ou da cabeça aos pés.

Me perguntaram se pode tomar banho da cabeça aos pés,
Eu sempre respondo, não somos mula sem cabeça, então temos que tomar banhos inteiros.
Quando vamos a praia não entramos na água e molhamos tudo?
Mais sal que tem no mar impossível.
Claro que conforme a crença, fé, religião etc.
E também conforme a erva pode-se ou não usar na cabeça.
Bjs
Miriam